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EPSTEIN BAAR - Detecção por PCR - Exames - Rocha Laboratório Total - Patologia, Análises Clínicas, Biologia Molecular e Centro de Referência em Imunizações

Laboratório Rocha

Rocha Online

Código: EPPCR

Nome: EPSTEIN BAAR - Detecção por PCR

Material: sangue total com EDTA

Sinônimo: EBV

Volume: 5mL sangue ou 3mL LCR ou 3mL urina

Método: PCR (Reação em Cadeia p/ Polimerase)

Volume Laboratorial: 5mL sangue ou 3mL LCR ou 3mL urina

Rotina: Diária

Resultado em: 5 dias

Temp.: Sob refrigeração

Coleta: Coletar sangue total em tubo à vácuo com EDTA, não separar o plasma.

Interpretação: Uso: diagnóstico de infecções pelo vírus Epstein Barr (EBV). O vírus Epstein Barr (EBV) é um DNA-vírus pertencente à subfamília gama, gênero Lymphocryptovirus do Herpes vírus. Ocorre de forma cosmopolita, e a maioria das pessoas torna-se infectada pelo EBV por toda a vida (traço característico a quase todos os herpesvírus). Estima-se que no mundo todo, cerca de 95% das pessoas de idade adulta já tenham sido contaminadas. A maioria das pessoas torna-se exposta ao vírus durante a infância, quando normalmente não há o aparecimento de sintomas. Quando a exposição ocorre na adolescência ou na idade adulta, o EBV é capaz de causar um processo chamado mononucleose infecciosa (cerca de 30-50% dos casos). O processo quase nunca é fatal e clinicamente pode ocorrer febre, faringite e linfadenopatia cervical. Mais raramente pode ocorrer envolvimento de outros órgãos (baço, fígado, sistema nervoso central). Este quadro é um dos maiores responsáveis pelas chamadas "febres de origem obscura", e quase nunca é fatal em indivíduos imunocompetentes. Não há associações entre a infecção ativa pelo EBV na gravidez e problemas associados como abortos e malformações. Uma vez que o vírus entra em estado de latência por toda a vida do hospedeiro, é possível a reativação e a presença em saliva das pessoas infectadas, embora quase nunca acompanhado de sintomas. Existem evidências de atividade viral crônica e associação da presença do vírus com algumas patologias malignas (linfoma de Burkitt, carcinoma nasofaríngeo, linfoma de Hodgkin, linfomas de células T e alguns carcinomas gástricos). Contudo, estas associações não são exclusivas, e estima-se que outros fatores ambientais, genéticos, geográficos, também estejam concomitantemente envolvidos. O vírus é transmitido pela saliva em contato íntimo e estima-se que sua transmissão seja improvável via aérea ou parenteral. O período de incubação é de 4 a 6 semanas, e pessoas contaminadas podem transmitir o vírus por períodos variáveis, às vezes longos. O diagnóstico clínico da doença é realizado com base no conjunto típico de sintomas de febre, faringite, linfadenopatia cervical e a idade do paciente. Testes laboratoriais são necessários para sua confirmação, uma vez que esta sintomatologia é característica de outras infecções mononucleose similares como CMV, toxoplasmose, etc. Ao hemograma, é comum observar-se leucocitose com presença marcante de linfocitose atípica. Não há tratamento específico para este quadro, e os sintomas geralmente desaparecem em algumas semanas, não sendo comum ocorrerem por períodos superiores a 4 meses, quando caracterizam processo crônico, geralmente associado à síndrome da fadiga crônica. Em pacientes sintomáticos, um teste de Paul-Bunnell ou um monoteste reagente são geralmente suficientes para o estabelecimento do diagnóstico. Estes anticorpos podem ser observados em níveis moderados a altos e desaparecem em torno da quarta semana. Quando esta abordagem inicial resultar negativa, outros testes estão disponíveis para a elucidação diagnóstica. O uso de marcadores virais específicos pode determinar o diagnóstico. Em geral, é possível determinar quatro situações: susceptibilidade à infecção, infecção recente, infecção passada ou reativação da infecção. Existem mais de 100 antígenos envolvidos na resposta imune ao EBV, mas três grupos são utilizados no diagnóstico laboratorial: o VCA (viral capsid antigen), o EA (early antigen) e o EBNA (Epstein Barr nuclear antigen), além da diferenciação entre as classes IgG e IgM. Geralmente quatro marcadores permitem uma boa estratégia diagnóstica para EBV: anti-EBV-VCA IgG e IgM, anti-EBV-EA IgM e anti-EBNA total. A IgM anti-VCA aparece inicialmente no processo infeccioso e desaparece em torno de 4-6 semanas. A IgG anti-VCA aparece na fase aguda, atinge um pico em 2-4 semanas, decresce e persiste pela vida toda. A IgG anti-EA aparece na fase aguda e geralmente torna-se não detectável em 3-6 meses, sendo indicador de infecção ativa ou recente. Anticorpos anti-EBNA aparecem mais tardiamente e geralmente não são observados na fase aguda, mas persistem por toda a vida. Ainda, a presença de anti-EA pode significar reativação de infecção (mesmo que eventualmente não diretamente associado ao quadro clínico do paciente). A presença de EBV-DNA por PCR pode ser utilizada como marcador adicional de diagnóstico direto em indivíduos que não produzam resposta imunológica típica para o vírus, imunossuprimidos, ou como marcadora de infectividade para fins acadêmicos e epidemiológicos, ou ainda na documentação da presença do vírus em tecidos ou células específicos. Acredita-se que o EBV-DNA possa ser capaz de diferenciar processos de infecções ativas e latentes. Ainda, o EBV-DNA pode ser utilizado na detecção de processos que envolvam a presença de EBV no sistema nervoso central. Em resumo, pode-se entender cada situação da seguinte forma: susceptibilidade (ausência de reação para os marcadores sorológicos e EBV-DNA negativa); infecção primária (IgM anti-VCA reagente, IgG anti-VCA usualmente elevada, anti-EBNA não reagente, Anti-EA usualmente reagente, EBV-DNA positivo), infecção passada (anti-EBNA reagente, EBV-DNA usualmente negativo); reativação (anti-EBNA reagente, anti-EA em altos títulos, EBV-DNA usualmente positivo); infecção crônica (com difícil diagnóstico sorológico, associado a longos processos patológicos).

Referência: Indetectável
Positivo : presença de EBV-DNA

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